Cine Arte exibe documentário sobre premiado cartunista brasileiro
O Cine Arte Posto 4 (orla do Gonzaga, próximo ao canal 3) recebe sessão especial, terça-feira (18), às 21h, do documentário Henfil, que retrata a vida de um dos mais importantes cartunistas brasileiros.
A projeção terá a presença da diretora Angela Zoé, que ainda participa de um bate-papo mediado pelo jornalista e crítico de cinema André Azenha. O ingresso custa R$ 1,50 (meia-entrada) e R$ 3,00.
Monte Serrat
Foto topo: Isabela Carrari
São quatro minutos de pura emoção, subindo de bondinho os 147 metros da encosta do Monte Serrat rumo ao topo, onde estão o antigo cassino e o Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, padroeira de Santos, construído há mais de 400 anos. Você também pode subir por uma escadaria com 402 degraus e 14 nichos reproduzindo cenas da Via Sacra, inaugurados entre 1939 e 1941, e uma vista de 360 graus da cidade, de tirar o fôlego - é possível ver também parte dos municípios de São Vicente, Cubatão e Guarujá.
O Monte Serrat é parte importante da história santista, pois servia de abrigo à população quando a então vila era invadida por piratas. Em um desses ataques, em 1614, os invasores acabaram soterrados e o milagre, atribuído a Nossa Senhora, tornou-a padroeira da cidade em 1955.
Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Foto topo: Francisco Arrais
Com nave em mármore colorido, a igreja é uma das mais belas e antigas de Santos, cuja origem remonta à capela onde se escondiam escravos foragidos, erguida por volta de 1756. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos (escravos), entretanto, foi formada em 1652 – desfeita em 2008 - e dispunha de um altar na antiga igreja matriz, remanejado em função de obras no século XVIII. Com a demolição da antiga matriz, a Igreja do Rosário passou a ser a principal da cidade, status que manteve por 15 anos, até 1924, quando foi inaugurada a Catedral.
Casarão da Tuiuti (Palacete Mauá)
Também conhecida como Palacete Mauá, é a edificação residencial mais antiga de Santos, tendo sido erguida em 1818, com 3 mil m², e reformado várias vezes, sem grandes alterações em seus traços arquitetônicos.
O solar foi mansão para tradicionais famílias santistas, entre elas a de políticos como o coronel José Antonio Vieira de Carvalho, governador do Forte do Itapema e também juiz, vereador e presidente da Câmara, quando esse cargo correspondia ao de prefeito. Foi nesse prédio que se realizou, em 4 de março de 1822, o maior e mais suntuoso baile santista do século XIX, denominado ‘Festa dos Meteoros’.
O espaço, hoje voltado a eventos e atividades culturais e comerciais, foi também sede dos bancos Mauá, Santos e Mercantil, e aquartelou tropas do Império durante a Guerra do Paraguai.
Em 1887 a exportadora norte-americana Hard Rand passa a ocupar o palacete, ampliando o imóvel, e ali passa a funcionar a partir de 1922. Na década de 80 o casarão foi cenário para gravações da novela Os Imigrantes, da TV Bandeirantes.
Casa de Câmara e Cadeia - Fábrica de Cultura
Projetada em 1836 e concluída 30 anos depois, em função das guerras do Uruguai e do Paraguai, a Casa de Câmara e Cadeia é um monumento arquitetônico de grande valor histórico e cultural de Santos. Importante centro cultural, foi desde 1994 sede das Oficinas Pagu, do Governo do Estado de São Paulo.
Com mais de 2 mil m², o prédio histórico abrigou, ao longo dos anos, a Câmara (1870 a 1896), cadeia, Fórum, delegacias de Polícia e foi cenário da proclamação, em 25 de novembro de 1894, da primeira e única Constituição Municipal do país.
Centro de Cultura Patrícia Galvão
Principal complexo artístico do município, o Centro de Cultura Patrícia Galvão é integrado pelo Teatro Municipal Brás Cubas, Teatro de Arena Rosinha Mastrângelo, Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS), Hemeroteca Roldão Mendes Rosa, e as galerias de arte Brás Cubas e Patrícia Galvão. O prédio também abriga a Secretaria Municipal de Cultura, além de oficinas e cursos regulares nas áreas de artes cênicas, artes visuais, música, dança, audiovisual e cultura geral.
Centro Cultural Português
Foto topo: Ronaldo Andrade
Único em estilo neomanuelino existente no Estado de São Paulo e um dos poucos do Brasil, o prédio foi inaugurado em 1900, ainda incompleto, após dois anos de obras – o projeto de dois engenheiros lusitanos terminou no ano seguinte. Em 1945, o Real Centro Português passou a ser chamado de Centro Português e, em 2008, com a fusão da Social União Portuguesa, recebeu o nome de Centro Cultural Português. O prédio centenário funciona como sede administrativa e cultural, enquanto a outra unidade abriga as atividades sociais.
3º Varal do Design começa domingo no Sesc e vai discutir atitudes pessoais
Vinte cartazes selecionados por grandes nomes do cenário nacional participam do 3º Varal do Design, a ser aberto domingo (12), às 16h, no mezanino do Sesc (R. Conselheiro Ribas, 136, Aparecida). Voltado à descoberta de novos talentos, o evento tem como tema ‘Minha atitude afeta o mundo’ e a classificação dos trabalhos será anunciada durante a inauguração. A mostra, com entrada franca, poderá ser apreciada até o dia 10 de dezembro, sempre das 10 às 21h30.
Concha Acústica Vicente de Carvalho
Projetada pelo arquiteto Carlos Prates, com capacidade para 300 espectadores, a Concha foi inaugurada em junho de 1981 ao lado do Canal 3, na orla, durante o 93º aniversário do bairro Gonzaga. O espaço funciona como um centro de cultura ao ar livre, onde são promovidos espetáculos artísticos e culturais, além de exposições.
Domingo tem concurso de bandas e fanfarras no Boqueirão
Com quatro categorias na disputa de troféus, o 2º Concurso Oficial de Bandas e Fanfarras será realizado domingo, a partir das 9h, na Avenida Conselheiro Nébias, trecho entre a vias Bartolomeu de Gusmão e Epitácio Pessoa, no Boqueirão. A realização é da Banda Família do Bem, em parceria com a Prefeitura de Santos e patrocínio da Nita Alimentos.
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