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Peça ‘Mulheres Poetas, Raízes Portuguesas’ é atração no Centro Português

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Um espetáculo que combina música, poemas e prosas nas vozes de mulheres de Portugal e suas ex-colônias, ‘Mulheres Poetas, Raízes Portuguesas’ será a atração deste sábado (25), às 21h, e domingo, às 20h, no Centro Cultural Português (R. Amador Bueno, 188, Centro Histórico). O ingresso custa R$20, estudantes e idosos pagam meia-entrada.

   

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Exposição Alaya retrata detalhes da floresta no Miss

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O cheiro das árvores, o canto dos pássaros e o barulho das águas quase podem ser sentidos por meio das fotos de Dennis Calçada. Quem visitar a exposição Alaya, no Museu da Imagem e do Som (Miss), com curadoria de Araquém Alcântara, pode conferir as 16 imagens retratando cada textura das pequenas belezas da floresta. As imagens foram produzidas entre 2016 e 2018 com uma câmera digital.

  

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3º Bravo tem início com concerto no Guarany

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Com a presença de 49 bolsistas selecionados, do total de 65 candidatos, foi aberto na noite de sábado (9) o 3º Bravo Festival Orquestral de Santos. O público lotou o Teatro Guarany para apreciar os quartetos Ybirá (sopros) e Caiçara, além do violinista santista Bruno Robalo, vencedor do concurso de solistas da última edição do festival. O evento da Secretaria de Cultura (Secult) segue com ampla programação até o próximo dia 17.

   

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Cine Arte exibe documentário sobre premiado cartunista brasileiro

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O Cine Arte Posto 4 (orla do Gonzaga, próximo ao canal 3) recebe sessão especial, terça-feira (18), às 21h, do documentário Henfil, que retrata a vida de um dos mais importantes cartunistas brasileiros.

      

A projeção terá a presença da diretora Angela Zoé, que ainda participa de um bate-papo mediado pelo jornalista e crítico de cinema André Azenha. O ingresso custa R$ 1,50 (meia-entrada) e R$ 3,00.

  

Um funicular de cor vermelha com a inscrição "Monte Serrat - Santos - Brasil" sobe uma ferrovia íngreme em direção a um edifício de estilo colonial em uma área arborizada

Monte Serrat

Foto topo: Isabela Carrari

  

São quatro minutos de pura emoção, subindo de bondinho os 147 metros da encosta do Monte Serrat rumo ao topo, onde estão o antigo cassino e o Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, padroeira de Santos, construído há mais de 400 anos. Você também pode subir por uma escadaria com 402 degraus e 14 nichos reproduzindo cenas da Via Sacra, inaugurados entre 1939 e 1941, e uma vista de 360 graus da cidade, de tirar o fôlego - é possível ver também parte dos municípios de São Vicente, Cubatão e Guarujá.

O Monte Serrat é parte importante da história santista, pois servia de abrigo à população quando a então vila era invadida por piratas. Em um desses ataques, em 1614, os invasores acabaram soterrados e o milagre, atribuído a Nossa Senhora, tornou-a padroeira da cidade em 1955.


 

 

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Foto topo: Francisco Arrais

   

Com nave em mármore colorido, a igreja é uma das mais belas e antigas de Santos, cuja origem remonta à capela onde se escondiam escravos foragidos, erguida por volta de 1756. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos (escravos), entretanto, foi formada em 1652 – desfeita em 2008 - e dispunha de um altar na antiga igreja matriz, remanejado em função de obras no século XVIII. Com a demolição da antiga matriz, a Igreja do Rosário passou a ser a principal da cidade, status que manteve por 15 anos, até 1924, quando foi inaugurada a Catedral.
 
 

Casarão da Tuiuti (Palacete Mauá)

Também conhecida como Palacete Mauá, é a edificação residencial mais antiga de Santos, tendo sido erguida em 1818, com 3 mil m², e reformado várias vezes, sem grandes alterações em seus traços arquitetônicos.
 
O solar foi mansão para tradicionais famílias santistas, entre elas a de políticos como o coronel José Antonio Vieira de Carvalho, governador do Forte do Itapema e também juiz, vereador e presidente da Câmara, quando esse cargo correspondia ao de prefeito. Foi nesse prédio que se realizou, em 4 de março de 1822, o maior e mais suntuoso baile santista do século XIX, denominado ‘Festa dos Meteoros’.
 
O espaço, hoje voltado a eventos e atividades culturais e comerciais, foi também sede dos bancos Mauá, Santos e Mercantil, e aquartelou tropas do Império durante a Guerra do Paraguai.
 
Em 1887 a exportadora norte-americana Hard Rand passa a ocupar o palacete, ampliando o imóvel, e ali passa a funcionar a partir de 1922. Na década de 80 o casarão foi cenário para gravações da novela Os Imigrantes, da TV Bandeirantes.

Casa de Câmara e Cadeia - Fábrica de Cultura

Projetada em 1836 e concluída 30 anos depois, em função das guerras do Uruguai e do Paraguai, a Casa de Câmara e Cadeia é um monumento arquitetônico de grande valor histórico e cultural de Santos. Importante centro cultural, foi desde 1994 sede das Oficinas Pagu, do Governo do Estado de São Paulo.

Com mais de 2 mil m², o prédio histórico abrigou, ao longo dos anos, a Câmara (1870 a 1896), cadeia, Fórum, delegacias de Polícia e foi cenário da proclamação, em 25 de novembro de 1894, da primeira e única Constituição Municipal do país.

Centro de Cultura Patrícia Galvão

Principal complexo artístico do município, o Centro de Cultura Patrícia Galvão é integrado pelo Teatro Municipal Brás Cubas, Teatro de Arena Rosinha Mastrângelo, Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS), Hemeroteca Roldão Mendes Rosa, e as galerias de arte Brás Cubas e Patrícia Galvão. O prédio também abriga a Secretaria Municipal de Cultura, além de oficinas e cursos regulares nas áreas de artes cênicas, artes visuais, música, dança, audiovisual e cultura geral.

Vista em contraponto da fachada neogótica em tons de bege e branco do Centro Português, com três grandes janelas em arco e pináculos pontiagudos contra um céu claro. No centro superior, o emblema da instituição está gravado sob a balaustrada decorada.

Centro Cultural Português

Foto topo: Ronaldo Andrade

   

Único em estilo neomanuelino existente no Estado de São Paulo e um dos poucos do Brasil, o prédio foi inaugurado em 1900, ainda incompleto, após dois anos de obras – o projeto de dois engenheiros lusitanos terminou no ano seguinte. Em 1945, o Real Centro Português passou a ser chamado de Centro Português e, em 2008, com a fusão da Social União Portuguesa, recebeu o nome de Centro Cultural Português. O prédio centenário funciona como sede administrativa e cultural, enquanto a outra unidade abriga as atividades sociais.